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Empréstimos e Financiamentos: Quando Fazer e Qual Taxa Aceitar?

Este artigo surgiu de conversas que tive com alguns amigos e te mostrará quando e sob que condições você deve fazer empréstimos e financiamentos.

Embora os termos “empréstimo” e “financiamento” sejam diferentes, considero tratar-se da mesma coisa. Portanto, não farei distinção ao longo do texto.

É o seguinte…

-> Empréstimo: é quando você pega dinheiro sem necessidade dessa grana estar atrelada à compra de um bem/produto específico. Mesmo que você vá usar o dinheiro pra comprar um bem/produto, esse bem/produto não fica estabelecido em contrato e nem fica como garantia para quem te emprestou o dindin. Ou seja, no empréstimo, você pega a grana emprestada e faz o que quiser com ela.

-> Financiamento: é quando o dinheiro será utilizado tão somente para aquisição de um dado bem/produto (ou serviço). Pagar juros em parcelamentos de compras é um bom exemplo de financiamento.

Vejo ao meu redor que a galera faz financiamento de tudo, da compra de um carro até uma festa de casamento, e nem se liga que isso é uma forma de empréstimo.

Mas vê só…

Pra mim, é a mesma coisa. Seja por empréstimo, financiamento, ou qualquer outro nome, o fato é que você está pegando dinheiro dos outros hoje e pagando mais (as vezes bem mais) por essa mesma grana no futuro.

A diferença entre a quantia que você pegou e essa grana a mais que você pagará são os tais dos juros.

Então, no âmago da questão, falar sobre empréstimo ou falar sobre financiamento é a mesma coisa.

Bem, antes de entrar mais a fundo no tema do artigo, é essencial entender o porquê que os danados dos empréstimos existem…

 

Empréstimos: por que existem?


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Foi com empréstimos bancários que europeus atravessaram o atlântico 500 anos atrás e que milhares de empresas literalmente mudaram o mundo, em especial nos séculos XIX e XX.

É com empréstimos que as empresas trabalham pra criar ou expandir negócios.

Pra entender a história do mundo do ponto de vista econômico e a história da economia do ponto de vista histórico, indico o seguinte clássico da literatura internacional:
-> A Historia da Riqueza do Homem, Leo Huberman

Ou, pra uma leitura mais rápida, clique aqui pra conhecer matéria da BBC sobre o banqueiro Jakob Fugger, que viveu entre 1459 e 1525, e é considerado “O homem mais rico da história” (mais rico que Bill Gates, Warren Buffet, Carlos Slim e Mark Zuckerberg juntos). Esse alemãozinho financiou expedições marítimas e foi quem convenceu o Papa Leão 10 a liberar a cobrança de juros (até então isso era considerado pecado pela Igreja Católica).

O que quero dizer é o seguinte…

Empréstimos existem há séculos pra isso: pra criação ou expansão de negócios.

Quando uma empresa vai tomar um empréstimo, ela compara a taxa de juros que pagará com o retorno esperado do investimento que ela vai fazer.

Ou seja, ela compara a taxa de juros do empréstimo com o retorno de uma nova fábrica ou de uma nova unidade industrial. Ela compara quanto um novo equipamento ou máquina vai trazer de produção ou clientes a mais (dinheiro e faturamento a mais) em relação àquela taxa de juros.

Em suma, os empréstimos bancários (ou governamentais) são instrumentos poderosos para criação de empregos (novos negócios) e riquezas.

A bronca são os empréstimos para as pessoas físicas. A bronca não são os empréstimos para investimentos em negócios. A bronca são os empréstimos para o consumo. É meu velho…

 

Crédito rápido e fácil: te torna pobre e escravo do trabalho


O “crédito rápido e fácil” que são empréstimos pra pagar bens de consumo pessoais (carros, imóveis, eletrodomésticos, roupas, eletrônicos, festas, contas residenciais, viagens, etc.) é pura invenção do capitalismo moderno.

E é um instrumento de perpetuação da pobreza.

Do ponto de vista puramente financeiro (e não psicológico) não faz qualquer sentido você pagar juros (ou seja, pagar mais do que vale algo) pra adquirir qualquer bem material.

Cada vez que você faz um empréstimo pra consumo (e não para investir num negócio), você diminui as próprias chances de construir riqueza (juntar dinheiro) e aumenta a riqueza de um outro (de quem te emprestou).

Dá uma pensada aí.

Ao mesmo tempo, ao viver com dívidas, você vira literalmente um escravo do seu trabalho. Você passa a trabalhar pra pagar juros ao invés de gastar com você.

-> Empréstimo efetuado -> Dívida gerada -> Precisa de dinheiro pra pagar a dívida -> Precisa trabalhar pra ganhar dinheiro -> Não pode parar de trabalhar

Modern slaves are not in chains, they are in debt.” — Autor Desconhecido

Em suma, meu ponto de vista é o seguinte: não adquirir empréstimos te deixa mais próximo daquele momento em que tu poderá parar de trabalhar pra sempre. Não adquirir empréstimos te deixa mais próximo da tua aposentadoria ou de qualquer outro objetivo financeiro.

Ainda, através de outro ponto de vista: não adquirir empréstimos te deixa livre. Livre pra mudar de emprego ou cidade sem medo. Livre pra passar alguns meses ou anos sem emprego, apenas estudando ou viajando ao redor do mundo. Livre pra arriscar a vida em outra cidade e voltar depois se for o caso.

Quanto menores as amarras e quanto menor for nosso custo de vida mensal, mais fácil fica de se atingir a liberdade financeira.

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O sentimento de liberdade é algo a ser buscado em todas as esferas da nossa vida. O lado financeiro é apenas um deles.

 

Planejamento e Educação Financeira


Agora lá vem o tapa na cara! (já peço desculpas adiantado, hehehe)…

Pois é! Em teoria, você pode juntar dinheiro pra comprar qualquer coisa, realmente qualquer coisa, sem precisar pagar juros.

Ao invés de pagar juros pros outros, essa grana poderia estar sendo investida e dada pra você mesmo. Poderia ser uma grana pra sua aposentadoria ou pra sua liberdade financeira ou mesmo pra torrar em festas e viagens. Porém você está gastando essa grana com juros a um terceiro só porque a parcela cabe no seu bolso.

Se a parcela cabe no seu bolso, então uma parcela menor ainda (sem juros) cabe no seu planejamento financeiro.

No jogo do longo prazo, evitar empréstimos e financiamentos pode ser até mais importante do que ficar buscando grandes alternativas de investimentos.

Se você precisa de empréstimo pessoal pra qualquer coisa que seja, o motivo é: falta de planejamento e/ou educação financeira. E, se você sabe ler e tem acesso a internet, não ter planejamento e/ou educação financeira é hoje uma questão de escolha e não de circunstância.

Afinal, basta ir juntando dinheiro e aguardar o momento de ter o montante para comprar o que você quiser e sem juros.

Quer uma festa de casamento? Se planeje e junte dinheiro. Quer um carro? Se planeje e junte dinheiro. Quer um apartamento? Se planeje e junte dinheiro. Quer largar seu emprego? Se planeje e junte dinheiro. Quer uma reserva de emergência pra casos extremos de saúde ou de desemprego? Se planeje e junte dinheiro. Não sabe quando ou o que quer? Se planeje e junte dinheiro sempre.

Simples, né? É simples mas eu reconheço é que MUITO difícil de executar. Algo simples é algo que não é complexo. Mas sei que é difícil seguir, pois exige uma batalha mental pra se acostumar com esse ponto de vista.

Se você apenas não sabe como se planejar? Baixar uma de nossas planilhas clicando aqui é um ótimo primeiro passo.

tempo emprestimos

Segundo a educadora financeira Cássia D’Aquino, em seu livro Como Falar de Dinheiro com Seu Filho, o principal objetivo da educação financeira é nos levar a atingir a maturidade financeira, ou seja, é atingir a capacidade de adiar os desejos de agora em função de futuros benefícios. Portanto, se educar financeiramente não é, necessariamente, aprender o “tim-tim por tim-tim” das finanças, educar-se financeiramente é tão somente aprender a esperar.

 

“TODOS ao meu redor compram através de empréstimos e financiamento”


Bem, se você já sentiu um aperto no coração e mesmo assim continua lendo esse artigo…

Vamos agora tentar entender por que TODOS ao nosso redor (pais, irmãos, esposas, maridos, tios, amigos, primos) acham que empréstimo e endividamento pessoal é algo comum e normal.

Eu sei como é! 99% das pessoas ao meu redor também acham normal financiar tudo ou viver endividado. Se a parcela cabe no bolso então é dívida na certa.

O normal pra gente é aquilo que é comum.

Sim! O normal pra gente é simplesmente aquilo que é comum. MAS, estou propondo aqui um raciocínio um pouco mais profundo. Estou propondo a seguinte questão:
-> Por que a grande maioria das pessoas acha normal empréstimos e financiamentos (endividamento)?

É simples! Por que nosso amigo capitalismo trouxe mercados gigantescos com milhões de pessoas tirando seu sustento através do consumismo e do hiperconsumismo. Ainda, os bancos e instituições financeiras geram MUITO dinheiro apenas com a diferença entre o juros da grana que eles pegam emprestado para o juros que eles emprestam pra nós (essa diferença é chamada de spread bancário).

Não custa nada lembrar que, ao consumir, ou seja, ao pagar por algum produto ou serviço, você tá pagando pelo emprego de milhões de pessoas que fizeram parte da cadeia produtiva que gerou aquele produto ou serviço.

Não sou contra o consumismo em si. Afinal, do ponto de vista puramente econômico, o consumo é gerador de emprego e renda.

O que eu sou contra é o endividamento para o consumo. E isso é incentivado através de estratégias de marketing e propaganda cada dia mais fantásticas. É gatilho mental de escassez, de urgência, de exclusividade, etc.

A propaganda na TV mostra preço pelo parcelamento mensal do eletrodoméstico quando deu a louca no patrão. Também é anunciando as parcelas com TAXA ZERO (isso não existe) que o novo automóvel da marca italiana é vendido. E achamos isso normal. Mas achamos normal apenas por ser comum.

emprestimo casas bahia

Só compre se você tiver dinheiro pra comprar, não adianta parcelar. Junte antes e compre depois. Tente um desconto pagando a vista e só parcele se realmente for sem juros.

Veja, por exemplo, trecho do que o Wikipédia tem a dizer para a palavra empréstimo:
-> O hiperconsumismo é incentivado pelo fornecedor de crédito (é quem te empresta dinheiro), pelo marketing e pela publicidade em geral.
-> Hoje inúmeras lojas de varejo além de venderem produtos, se especializaram no setor de crédito para aquisição de roupas, eletrodomésticos, empréstimo pessoal, entre outros.

Estou te fazendo um convite a não ser vítima do capitalismo, a não adquirir dívidas. Aproveite esse sistema para emprestar dinheiro aos outros e viver do dinheiro deles (isso é investir em Renda Fixa).

Tente aproveitar o que o capitalismo tem de melhor a te oferecer: a possibilidade de te tornar livre através do capital. Com conhecimento em mãos, ser escravo dele passa a ser uma questão de escolha.

Meu convite é abandonar a inocência de que empréstimo é algo normal e aceitável.

emprestimos financiamentos e inocencia

 

Taxa de juros nos empréstimos e financiamentos


Bem… mas qual a taxa correta para um empréstimo?

Não sei! Mas a nossa referência, a nossa comparação, TEM que ser a Taxa SELIC (que é a nossa taxa básica de juros). Já expliquei o porquê disso nesse artigo aqui ó.

No dia que escrevo, a SELIC está em 11,15% ao ano. Que é igual a 0,88% ao mês. Confira a situação do dia que você está lendo, verificando nesse site aqui.

Se você conseguir um empréstimo abaixo dessa taxa você estará fazendo um bom negócio. Mas você só consegue abaixo da SELIC se o juros for subsidiado pelo governo.

De qualquer forma, não esqueça a SELIC pra qualquer tipo de comparação entre taxas.

Bem, quanto a empréstimos com juros abaixo da Taxa SELIC, o governo faz isso através de linhas de crédito específicas para certos tipos de negócios. Exemplos de bancos públicos federais com “possível” subsídio:
-> BNDES;
-> Banco do Nordeste;
-> Banco da Amazônia;
-> Banco do Brasil;
-> Caixa Econômica Federal.

Um grande amigo meu conseguiu, por exemplo, um empréstimo com taxa de 3% ao ano para iniciar o negócio dele há alguns anos atrás (na área de saúde). Uma taxa fantástica e que dificilmente alguém consegue novamente.

Mas, qualquer banco, público ou privado, deve ser capaz de fornecer crédito para o seu negócio. E eu, como não falo sobre o que não conheço na prática, terminarei por aqui. Pois não tenho a menor noção de como funciona esse mercado na vida real.

Também há empréstimos para financiamentos imobiliários que ficam bem abaixo da taxa básica de juros.

Lembrando que eu não vejo sentido em fazer empréstimos para consumo pessoal, tá. A não ser que você já tenha a grana pra comprar a vista e que o financiamento te traga uma taxa menor que 80 ou 75% da taxa SELIC (hoje seria 8,36% ao ano). Caso contrário, é melhor guardar essa grana num título público chamado de Tesouro SELIC (LFT) vendido através do Tesouro Direto.

 

Empréstimos pra consumo é coisa de primeiro mundo


Na verdade, fazer esses empréstimos pra consumo pessoal pode até fazer sentido em países ricos do primeiro mundo, onde os juros são baixíssimos. Mas, aqui no Braza, os juros são absurdamente altos.

Já falei sobre eles aqui no blog… o site MoneYou.com.br, em parceria com a Infinity Asset Management, divulga mensalmente as taxas de juros (nominal e real) dos 40 países mais relevantes do mercado mundial.

Veja o ranking de juros nominais para abril/2017. É o ranking da taxa básica de juros dos países.

Ranking Juros Nominais

Minha irmã, por exemplo, mora no Canadá, onde a taxa básica de juros está em 0,5% (vigésimo quarto da tabela acima). Ou seja, pra ela não sai tão caro financiar carros, apartamentos, eletrodomésticos e outros bens de consumo como é para nós aqui no Brasil.

Em compensação, pra ela conseguir alto rendimento nas suas aplicações financeiras, adivinha o que ela faz? Investe em Renda Fixa aqui no Braza.

Ainda, se não bastasse a elevada taxa de juros por aqui, o spread bancário também tá no Top 5 de piores do mundo.

Você pode conferir o ranking do spread bancário clicando aqui nesse link de dados do Banco Mundial. No dia que escrevo, esse spread tá em 31,3% e só há dois países piores que o Brasil: Madagascar e Malawi.

Lembrando que o spread bancário é a diferença entre a taxa que o banco pega dinheiro emprestado (através da poupança, dos CDBs, LCIs, LCAs, etc.) em relação à taxa que o banco empresta dinheiro pra gente.

Agora vamos ver algumas das taxas nos nossos empréstimos brasileiros:

-> 21,08% a.a. ou mais, é a taxa de juros na compra de veículos no teu banco (fonte: Banco Central)

-> 33,57% a.a. ou mais, é a taxa de juros no crédito consignado no teu banco (fonte: Banco Central)

-> 297,98% a.a. ou mais, é a taxa do cheque especial do teu banco (fonte: Banco Central)

-> 300,53% a.a. ou mais, é a taxa de juros do seu cartão de crédito quando tu não paga a fatura completa (fonte: Banco Central)

a.a. = ao ano

Realmente, aqui no Brasil não faz muito sentido fazer empréstimos e financiamentos, né. MAS, faz muito sentido investir em Renda Fixa, então aproveite essa bába.

 

CONCLUSÃO – Você consciente das suas ações


Enfim… esse é de longe o artigo mais polêmico que já escrevi. Afinal, 99% dos cérebros que se depararem com esse texto vão procurar algum ponto pra justificar seus empréstimos ou financiamentos.

Meu objetivo aqui é apenas trazer mais consciência e, na linha do Cumpade Washington, menos inocência.

A mente de um homem expandida por uma nova idéia não consegue nunca mais voltar às suas dimensões originais.” ― Oliver Wendell Holmes

Quando escolhemos pagar juros desnecessários precisamos estar plenamente cientes do quê estamos fazendo, estar cientes de que esta escolha pode estar atrasando ou impedindo nossa liberdade. Que aquela viagem dos sonhos não é realizada pois estamos pagando os juros do financiamento imobiliário. Precisamos estar cientes que somos os culpados pela necessidade de empréstimo, que o empréstimo foi uma escolha por falta de planejamento no passado e não apenas uma mera circunstância.

O empréstimo, o crédito, é uma máquina do tempo. Ele faz com que coisas que somente poderiam ser realizadas ou adquiridas no futuro sejam feitas hoje. Ele nos deixa mais pobres em função da nossa falta de disciplina e planejamento do passado.

emprestimos e de volta para o futuro

Então, concluindo… do ponto de vista financeiro (e não psicológico) a forma inteligente pra utilizar empréstimos e financiamentos é: investir num negócio/empreendimento que te trará um retorno financeiro.

Na semana passada, meu vizinho e amigo Georg veio dizer que pretende adquirir um empréstimo para comprar tratores e máquinas para a plantação de orgânicos que ele criou. Minha resposta foi: “Pisa fundo!”.

Empréstimo serve exatamente para o que ele quer fazer: expandir um negócio.

No batizado da minha filha agora em janeiro/2017, meu grande amigo José Maurício (o Zema) disse que estava olhando/paquerando uma casa num condomínio em Porto de Galinhas. Ele é engenheiro, mora lá naquele paraíso (isso por si só já é do caralho, né) e trabalha em uma planta industrial localizada numa cidade vizinha. A intenção dele era adquirir o imóvel através de financiamento. Meu questionamento a ele foi: “E se tu for demitido dessa empresa ou for transferido para uma outra cidade? Tu vai fazer o que com as parcelas de um imóvel que tu não vai poder morar?”. A resposta: “Aí fud##.”.

Bem… então, meus amigos, aqui nesse artigo acabo de apresentar meu ponto de vista de quando vale a pena pegar empréstimos e de quando não vale.

Quanto aos leitores, peço apenas que estejam conscientes da real necessidade (ou falta de necessidade) e também do custo de um empréstimo. Mais ainda, estejam conscientes da privação de liberdade que ele pode te trazer.

Viva o capitalismo de forma consciente. Coloca teu e-mail abaixo e se cadastra grátis nessa jornada.

Por mais consciência e menos inocência!

 

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Imagens de stockvault.net e pixabay.com

  • Onélio Neves

    Muito interessante e esclarecedor o post. Parabéns pelo Blog.

    • César Falcão

      Valeu Onélio! Abraço!

  • Patrícia Rossiter

    Muito bom!! (:

  • José Maurício Neto

    Só consegui ler agora o post. Muito bom!!! A ideia de fazer um financiamento de imóvel seria pagar um valor mensal em algo que seria meu para deixar de pagar o mesmo valor num aluguel. Naquela época eu era apenas funcionário, agora além de ser funcionário eu também tenho minha própria empresa. Pergunto qual seria o momento mais recomendado para partir para aquisição de uma casa própria.
    Abraço!

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